3 de mar. de 2017

Pilates e não analgésicos – A melhor cura para dor lombar


Tomar medicamentos para dor nas costas é em grande parte pouco eficaz, e em grande parte necessário uma investigação.
As pílulas anti-inflamatórias, como o ibuprofeno, são de suma maioria primeira escolha para pacientes com dor lombar. Contudo, os cientistas descobriram que eles fizeram tão pouca diferença que a maioria das pessoas não iria notar o seu “efeito”. O exercício  geralmente é mais eficaz e alguns pacientes poderiam incluir Pilates, Yoga ou alongamento.
Com o paracetamol anteriormente demonstrado ser ineficiente e opiáceos de pouca ajuda, os achados significam que não há tratamento de droga para uma condição que afeta uma em cada dez pessoas.
Manuela Ferreira, do Instituto George em Sydney, autora do estudo, disse: “Dor nas costas é a principal causa de deficiência em todo o mundo e é comumente administrado medicamentos como anti-inflamatórios. Nossos resultados mostram que as drogas realmente só fornecem um prazo muito prazo no alívio da dor. Eles reduzem o nível de dor, mas apenas ligeiramente.” Sua equipe analisou 35 ensaios envolvendo 6.000 pacientes usando anti-inflamatórios (AINEs), dos quais o Ibuprofeno é um dos mais comuns, para condições tais como: costas, dor de garganta e ciática.
Apenas um em cada seis doentes tratados com as drogas apresentou alívio da dor, que eles não teriam recebido de um placebo, e que era tão pequeno que provavelmente não fez diferença nas suas vidas.
Algumas drogas mais que dobraram o risco de problemas como sangramento e úlceras de estômago. Dr. Ferreira disse: “Quando você percebe o fator nos efeitos colaterais, que são muito comuns, torna-se claro que estas drogas não são a resposta para proporcionar alívio da dor de milhões de pessoas que sequer sabem desta debilitante condição todos os anos. ”
Um estudo em 2015 encontrou que a dor traseira tinha ultrapassado a doença cardíaca, doença com a maior causa de anos na Grã-Bretanha. Gustavo Machado, outro dos pesquisadores, disse que sofredores “estão tomando drogas que não só não funcionam muito bem, eles estão causando dano “.
A recente orientação do National Institute for Health and Care Excellence (Nice) afirma que medicamentos recomendados como o ibuprofeno para controlar a dor só devem ser prescrito após ter tomado em consideração o risco de efeitos secundários.
Ele disse: “Pacientes com dor nas costas devem considerar um exercício ou um programa para ajudá-los a gerir a sua condição, por exemplo, exercícios de fortalecimento / alongamento, pilates, yoga, exercícios de estabilidade do núcleo”.
Acupuntura agora é considerado não melhor do que um placebo.
O Dr. Machado disse que os pacientes estavam sendo encorajados a testes e cirurgia que muitas vezes lhes faziam pouco, porque os médicos não conseguiram chegar à causa raiz de sua dor. “Isto é definitivamente um resultado de má gestão, onde os pacientes não são adequadamente avaliados usando cuidados baseados em evidências”, disse ele.  Stephen Ward, o consultor que liderou o desenvolvimento da orientação, disse: “Nenhuma droga parece ser a resposta para dor nas costas. Elas podem ajudar no curto prazo? Provavelmente, um pouco.”
Ele disse que a maioria dos pacientes corre o risco de mascarar benefícios sobre a doença  e salientou que apenas 4% daqueles que tomaram AINEs experimentaram efeitos colaterais. John Newton, de Saúde Pública da Inglaterra, disse: “Estar acima do peso e físico inadequado são duas causas de dor nas costas que todos nós podemos fazer algo sobre. Iniciar uma boa dieta, mover mais os músculos e elevar a nossa frequência cardíaca, todos esses citados irão ajudar a prevenir problemas com o  musculoesquelético “.
Análise
Parece que o tapete da medicina baseada em evidências foi bem e verdadeiramente arrancado de menos de três fiéis do mundo doloroso (Dr. Mark Porter escreveu). E agora, se Paracetamol, a família de ibuprofeno de anti-inflamatórios e Opióides tipo codeína não funcionam para dor nas costas? O que você pode tomar, e  o que posso prescrever?
Em primeiro lugar, todas essas drogas funcionam para algumas pessoas; Eles (particularmente Paracetamol) simplesmente não funcionam em tantos como pensamos. Então se eles dão-lhe alívio, continue a tomá-los.
Em segundo lugar, se sua dor nas costas for de curta duração que se instala com tempo apesar do que os médicos fazem, e não por causa disso os analgésicos não ajudam, então deve-se baní-los. Aconselho a tentativa de  fisioterapia, com um programa de exercícios para mobilizar e fortalecer suas costas e núcleo. (Eficaz) para injeções epidurais e cirurgia (um último recurso).
A notícia é melhor para ciática e discos prolapso. As drogas que usamos para esta “dor neuropática” (por exemplo, amitriptilina) tendem a trabalhar melhor, mas mesmo estes não são panaceia.
A triste realidade é que a dor lombar crônica é difícil de conviver, e ainda mais difícil de tratar.

Fonte: http://www.maisquepilates.com.br/pilates-e-nao-analgesicos-melhor-cura-para-dor-lombar/

1 de mar. de 2017



Quando uma mulher vivencia uma gravidez, especialmente a primeira, costuma pesquisar um monte de informações na internet, além de fazer perguntas ao médico, ao farmacêutico e a suas amigas que já tiveram filhos, para tirar as dúvidas que tem. Entre essas dúvidas está à questão do exercício físico e, especificamente, o tema que nos atrai hoje: Se pode praticar Pilates quando está grávida? Há exercícios bons e exercícios contraindicados?
Como já foi mencionado aqui na +Q Pilates anteriormente, praticar Pilates durante o período de gestação é uma prática recomendada, não só para que a mãe se sinta bem durante a gravidez e tenha uma boa mobilidade, mas também para favorecer um bom parto.
No entanto, quando se busca na internet, como muitas vezes acontece com qualquer assunto que você pesquisar na rede, surgem conteúdos que alertam sobre o perigo potencial de praticar certos exercícios, posturas, etc. Com afirmações desse tipo, o mais normal é que as mulheres sintam medo ao praticar o Pilates no período de gestação, quando na verdade no geral, salvo algumas exceções, esta atividade física é muito benéfica para a gestante.
Longe de querer discutir se tudo que está na rede é verdade ou não, entendemos que devemos esclarecer alguns pontos importantes que se repetem na rede, que são oferecidos como verdades absolutas, e cuja generalização não ajuda a ninguém. Algumas dessas declarações podem até criar insegurança em mulheres grávidas quando se considera ou não a prática do Pilates nesse momento de suas vidas.
Celeste Roldan, profissional de Pilates e Educadora da Polestar na Espanha, também é fisioterapeuta, doula e mãe de dois filhos. Ela nos explica alguns exercícios que muitas vezes são questionados se são adequados ou não para as mulheres grávidas:
1 – É preciso evitar exercícios de arqueamento da coluna?
As extensões de coluna são muito necessárias. A coluna lombar tende a hiperextensão e por essa razão é extremamente necessário distribuir o movimento, facilitando e articulando em extensão a zona dorsal e os quadris. É preciso levar sempre em conta qual é a condição física da mãe e como a gravidez está evoluindo, mas tais exercícios são excelentes para as mulheres grávidas, porque eles diminuem a tensão da parede abdominal.
2 – Abdominais: sim ou não?
A musculatura do abdômen é particularmente importante em mulheres grávidas por duas razões principais: a capacidade de suportar peso e a capacidade de distensão para permitir o aumento do volume do útero. É essencial obter uma organização adequada entre a sua função estabilizadora e mobilizadora, mas para isso temos de encontrar o caminho certo para realizá-las sem aumentar a pressão intra-abdominal, diminuir o espaço do bebê ou recrutar excessivamente o reto femoral, pois isso aumentaria o risco de ocorrência de diástase abdominal.
Numa primeira fase, nós também evitamos movimentos que poderiam transmitir tensão ou movimentos excessivos na área do útero, para respeitar o período de implantação do embrião. O trabalho abdominal adequado envolverá episódios que irão prevenir a dor ciática, dor lombar e disfunção do assoalho pélvico, além de ajudar na recuperação pós-parto.
3- Cuidado com as Alavancas Longas?
Obviamente, não é o mesmo trabalhar com uma mulher grávida que já praticava Pilates antes de esperar o bebê, e fazer isso com alguém sedentário, que antes do período de gestação não fazia exercícios regularmente. Tal como acontece com todos os alunos de Pilates, cada um tem uma condição física, as suas próprias adaptações, as limitações, etc e é o instrutor de Pilates que deve adequar a aula para proporcionar uma classe adaptada às necessidades da futura mamãe.
No início do treinamento com a futura mamãe o nosso objetivo deve se concentrar em obter ou manter uma estabilidade adequada da articulação, para evitar a instabilidade que pode aparecer devido ao efeito do hormônio Relaxina. Quando os músculos estabilizadores trabalham corretamente, podemos usar as alavancas longas sem risco.
4 – Grávida: paciente de risco?
Nem todas as sessões de Pilates para grávidas precisam ser necessariamente individuais, também é possível trabalhar em grupos dependendo, é claro, das características pessoais de cada uma e de como está o desenvolvimento da gravidez. Em tais casos, a experiência do instrutor é o que fará com que seja possível controlar o trabalho com cada pessoa em um grupo, evitando assim riscos para a(s) aluna(s).
A prática de atividade física e, especificamente, do Pilates durante a gravidez, salvo exceções, é muito benéfica para a mãe e o bebê. Claro, que ser atendido por um bom profissional do método, bem treinado e atualizado em seus conhecimentos, é uma garantia de qualidade e, portanto, a segurança para ambos. Informar-se bem a respeito do local que se quer praticar Pilates e dos profissionais ministrantes é uma mensagem importante a se transmitir a estas mulheres e a todos aqueles que querem fazer Pilates com segurança e garantias.
Um bom profissional de Pilates é capaz de adaptar as sessões de seus alunos para as necessidades específicas de cada pessoa, independentemente de serem ou não grávidas. Por isso, é importante conhecer os processos fisiológicos e anatômicos que ocorrem no corpo da mulher grávida, como essas mudanças poderiam mudar a sua situação e em que medida os profissionais que trabalham com Pilates pode acompanhar este período e manter ou melhorar a qualidade de vida.
E você? Tem experiência no atendimento com mulheres grávidas? Como tem se saído com essas alunas?
Artigo traduzido e adaptado pela redação da Revista +Q Pilates. Conteúdo gentilmente cedido pela Polestar Pilates Espanha.
Saiba mais em: https://goo.gl/BUeYyc
Fonte: http://www.maisquepilates.com.br/temas-e-duvidas-tipicas-quando-o-assunto-e-pilates-para-gravidas/

27 de set. de 2012

Pilates favorece a gestação, o nascimento e auxilia no pós-parto

Especialistas descobriram que praticar atividade física antes de engravidar e continuar a se exercitar mesmo durante a gestação pode ser muito saudável para a futura mamãe, já que o exercício prepara o corpo para uma gestação saudável e para o pós-parto. Entre as atividades bastante recomendadas estaria o método Pilates, que pode ser adaptado perfeitamente às necessidades e limitações da gestante, podendo prevenir, aliviar ou corrigir dores lombares, enfraquecimento do assoalho pélvico e das articulações. De acordo com o professor André Ferreira, o Pilates tem se mostrado uma opção adequada especialmente para gestantes em busca de novas terapias para melhorar a qualidade de vida durante o momento em que ficam impedidas de realizar atividades de maior impacto. “Qualquer pessoa pode praticar, já que as aulas são personalizadas. É claro que é preciso respeitar o limite de cada pessoa, mas a atividade é indicada para problemas musculares, articulares, alterações posturais que geram dor nas costas, fibromialgia, osteoporose, além de ser eficaz também no tratamento de quadros depressivos, bem como para enrijecimento e perda leve de medidas”, ressalta Ferreira. O especialista destaca que em geral a técnica ajuda a eliminar dores, amplia a capacidade de realizar movimentos com baixo impacto articular, possibilita a obtenção de força e equilíbrio muscular, melhora a coordenação motora e promove a correção postural. “O método facilita a circulação sanguínea e linfática, fundamental para bom funcionamento do organismo”, completa o professor. Para mamãe e bebê os benefícios são ainda maiores. Segundo o especialista, as gestantes conseguem principalmente melhorar a circulação e a eliminação de dores musculares, devido às alterações de postura durante a gravidez. “No caso de mulher sedentária, a indicação é a partir do 3º mês, pois no primeiro trimestre ocorre a formação fetal e grande liberação hormonal, que influencia todo o corpo da mulher”, esclarece. Nas aulas as gestantes aprendem a melhorar a postura, a fortalecer membros inferiores, a acionar e relaxar o assoalho pélvico, que evita a incontinência urinária de esforço, além de permitir a passagem do feto durante o parto normal; bem como aprendem a respirar melhor, aumentando a capacidade de relaxamento, necessária durante o trabalho de parto. Fonte: JM Online.

24 de ago. de 2012

Mulheres que fazem pilates tendem a melhorar desempenho sexual

Por causa dos exercícios para a região da pélvis, mulheres que fazem pilates tendem a melhorar o desempenho sexual, diz a instrutora de pilates Thaís Jacomeli, do Centro de Bem-Estar Levitas, de São Paulo. Segundo a ela, atividades para melhorar a postura, aliviar eventuais dores lombares e aumentar a flexibilidade — todas bastante comuns no pilates — também estimulam a irrigação sanguínea da pélvis. Isso aumenta a sensibilidade local e pode tornar o orgasmo mais fácil de ser alcançado. — As técnicas são simples e podem ser feitas em casa. O mais importante é entender o movimento e a contração desejada, até conseguir, com muito treinamento, reproduzir essa contração do assoalho pélvico no dia-a-dia e durante o ato sexual — afirma Thaís. A seguir, ela indica alguns exercícios baseados no pilates, mas que podem ser feitos em casa mesmo sem aparelhos. ::: Deite de costas, com joelhos flexionados e pés ligeiramente afastados. Se concentre na posição do quadril e assegure que esteja numa posição confortável, sem dor. Contraia o abdômen, sem mexer o tronco, levando o umbigo em direção do chão, encolhendo a barriga. Mantenha essa contração por três segundos e solte. Repita o movimento quartro vezes. ::: Agora cole um joelho no outro, ainda flexionados. Empurre um contra o outro durante três segundos e solte. Repita essa contração quatro vezes para estimular a musculatura pélvica. ::: É muito importante entender a contração que queremos aqui: mantenha a posição do primeiro exercício e se imagine prendendo o xixi. Pode parecer estranho, mas para a contração efetiva da musculatura genital, precisamos desse comando. Expire contraindo os músculos da vagina, conte até 30 e relaxe inspirando. Repita esse exercício quatro vezes. ::: Ainda partindo da mesma posição, articule o quadril (encostando a lombar completamente no chão), contraia glúteos e eleve o quadril devagar, desencostando as vértebras do chão até a altura dos ombros. Nessa posição de ponte, inspire abrindo os joelhos e expire fechando. Repita o movimento quatro vezes, partindo do chão para a posição de ponte. ::: Para avançar o exercício anterior, coloque uma bola de plástico ou almofada entre os joelhos e aperte por 30 segundos. Repita quatro vezes. Se sentir dor ou desconforto, não repita mais o movimento. ::: Além dos exercícios básicos de fortalecimento pélvico, é possível estimular a flexibilidade da seguinte maneira: deite de costas, sola dos pés unidas com joelhos abertos. Mantenha nessa posição por 30 segundos, inspirando e expirando lentamente. FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/mulheres-que-fazem-pilates-tendem-a-melhorar-desempenho-sexual-3863875.html

18 de jul. de 2012

Pesquisa mundial revela a pandemia do sedentarismo

A falta de exercícios é responsável pelo mesmo número de mortes vinculadas ao ato de fumar. É essa a conclusão de um estudo que envolveu 122 países e que será publicado hoje pela revista britânica The Lancet. O sedentarismo, de acordo com a pesquisa, é responsável por uma em cada 10 mortes em todo o mundo, índice comparável ao impacto do tabagismo. Para o coordenador do estudo global, que envolveu pesquisadores de 16 países, o gaúcho Pedro Hallal, do Centro de Estudos Epidemiológicos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), há uma pandemia de inatividade física. O estudo publicado em forma de artigos científicos revela que a inatividade física se tornou um contribuinte de peso para as principais causas de morte no mundo. O grupo de sedentários é formado por 1,5 bilhão de pessoas, o que representa 31,1% dos adultos. Entre 13 e 15 anos, o número é assustador: 80% não atingem a recomendação de uma hora por dia de atividade física. No Brasil, 49,2% das pessoas são inativas, o segundo pior resultado entre os países do continente americano. Perdemos apenas para a Argentina, que tem 68,3% de sedentários. O estudo, porém, traz perspectivas positivas, inclusive vindas da tecnologia. Já há resultados que comprovam que a telefonia móvel pode servir como incentivo para que um número maior de pessoas se torne fisicamente ativo, como no caso de Denilson Montenegro, retratado na página ao lado. Para Hallal, pela prevalência do sedentarismo em proporções globais e pelo impacto sobre a saúde, a inatividade física tem consequências imensas nas áreas de saúde, economia, ambiente e social. – Não existe um cálculo do quanto deixaria de ser gasto se as pessoas praticassem o recomendado pela Organização Mundial de Saúde, mas, pelo que traz de benefícios, com certeza haveria uma grande economia. Quem é inativo... Em média, no mundo, 31,1% dos adultos e 80% dos adolescentes estão em risco elevado de doenças por deixar de fazer quantidades recomendadas de atividade física No Brasil, 49,2% estão no patamar de inatividade física, o segundo pior índice das Américas, atrás apenas da Argentina (68,3%), e entre os piores índices do mundo. As mulheres (51,6%) são, em geral, mais sedentárias do que os homens (47,2%) Qual é o impacto... Teoricamente, se o número de inativos diminuísse 10% ou 25%, entre 533 mil e 1,3 milhão de mortes poderiam ser potencialmente evitadas no mundo a cada ano. A expectativa de vida da população mundial aumentaria em torno de 0,68 ano se os inativos fossem eliminados. A inatividade física é... Não utilizar pelo menos 150 minutos por semana fazendo atividade física moderada (caminhada, por exemplo, em passo apressado, durante 30 minutos, cinco dias por semana), ou exercícios mais vigorosos por 20 minutos, três vezes por semana. Responsável por 5,3 milhões das 57 milhões de mortes ocorridas mundialmente em 2008, e por cerca de 1 em cada 10 mortes em todo o mundo, comparável ao impacto do tabagismo Apontada como causadora de entre 6% e 10% das quatro principais doenças não transmissíveis (doenças coronárias, diabetes tipo 2, e câncer de mama e câncer de cólon). Corrida tecnológica Estimulado por aplicativos baixados no telefone celular, há dois anos o gestor de tecnologia da informação Denilson Montenegro, 42 anos, cumpre todas as etapas do treinamento físico. As etapas vencidas são narradas pela voz eletrônica: “faltam três quilômetros”, “você está indo bem”. Quando o percurso chega ao fim, o sistema envia uma publicação para o Facebook e, cada vez que um amigo curte, aplausos são disparados pelo fone de ouvido. – Fica a sensação de que a galera está na torcida. Isso ajuda a aumentar o compromisso de manter o rendimento – comenta. A tela do computador também é transformada por Montenegro em um estímulo para quem está do outro lado. A dentista Luciane Pandolfo, 43 anos, estava parada há cinco anos. De tanto ver as publicações de Montenegro nas redes sociais, Luciane deu um basta no sedentarismo e seguiu os passos do amigo, recebendo aplausos de outros esportistas e também de sedentários – que um dia, espera-se, vão aderir a exercícios, ajudando a reduzir o quadro de inativos em todo o mundo, diminuindo as mortes e aumentando a expectativa e a qualidade de vida da população. História e prestígio Fundada em 1823, a revista The Lancet, da editora Elsevier, é uma das mais importantes publicações científicas da área médica. De acordo com o Journal Citation Reports, sistema de avaliação da Thomson Reuters utilizado mundialmente para classificar o impacto científico de publicações, a Lancet, com fator de impacto igual a 38,28, é a 7ª revista científica em geral com maior fator de impacto internacionalmente e a 2ª mais importante na categoria medicina geral. FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br

10 de jul. de 2012

Exercícios com pilates melhoram o desempenho sexual

Na hora de pensar em uma atividade física associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico. Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo. Diversos fatores contribuem para isso: o desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com uma respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e redução de dores, como as das costas, por exemplo. “A força que o pilates dará aos músculos da região abdominal e da pelve, muito usados durante a relação sexual, ajuda na sustentação e na durabilidade do ato sexual", afirma a fisioterapeuta. Algumas mulheres sofrem com o relaxamento da musculatura pélvica após a gravidez ou no período da menopausa, o que pode reduzir o prazer durante a relação. Esse problema pode ser facilmente corrigido com exercícios de pilates focados no fortalecimento dessa região. O resultado é um maior conforto e prazer durante o ato sexual. Além disso, com a liberação da serotonina (substância liberada ao praticar atividade física e que está ligada ao humor e ao prazer) há uma diminuição do estresse, que pode ser o maior inimigo na hora H. Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar os quadris feitos no pilates trabalha com o períneo e os adutores, os mesmos usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só pode ajudar a melhorar a desempenho na da relação a dois. "Há certas posições sexuais exigem sustentabilidade dos músculos abdominais e dos braços, tanto para mulheres, quanto para os homens. A força proporcionada pelos exercícios do pilates evita, inclusive, as dores no dia seguinte"

4 de jun. de 2011

Comemoração - 1º ano


No dia 1º de junho de 2011 fizemos 1 ano de studio! Agradecemos a todos que de alguma forma nos ajudaram e colaboraram na realização deste sonho.
Um especial muito obrigada aos nossos queridos alunos que confiaram e acreditaram em nosso trabalho e ideal.

E que venham muitos anos de mais sucesso e prosperidade!
Abraços a todos
Flávia e Lúcia